Estacionamento do Terminal da Restinga Nova gera reclamações

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Com a venda do prédio onde estava instalada a Restinga Transportes Coletivos, chamada popularmente de Empresa Tinga, os ônibus que ficam em intervalo entre uma viagem e outra passaram a a ficar no terreno localizado atrás do Terminal da Av. Nilo Wulff.

Ocorre que o local que recebe dezenas veículos, passou a ser utilizado pelos ônibus do Consórcio Viva Sul e da Carris, não recebeu aslfato, ocasionando muita poira e gerando muita reclamação do comércio local que alega ter prejuízos com perda de mercadorias expostas, principalemnte no ramo de vestuário, pois em pouco tempo as roupas ficam sem condições de comercialização.

Naturalmente que a mudança do estacionamento para o local também trouxe  alguns benefícios, pois junto com os ônibus vieram também mais motoristas e cobradores que circulam pelos pelos arredores do terminal e também acabam por consumir produtos e serviços por alí mesmo. Outro benefício foi o fato de os ônibus estarem praticamente no terminal, facilitando a reposição em caso de atrasos ou problema mecânico.

Com relação à poeira, buscamos informações junto ao Consórcio Viva sul e a Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Muncipal de Obras e Viação (SMOV) da Restinga, uma vez que se trata de um tereno público utlizado por empresas privadas.

Tanto o Viva Sul quanto a SMOV informaram que a solução seria asfaltar, entretanto, na basta colocar uma camada de asfalto, pois em poucas horas estaria tudo quebrado, uma vez o terreno necessita de tratamento, ou seja, é preciso tirar parte do solo, colocar material novo, compactar e fazer drenos, fazendo uma base que suporte o peso dos ônibus.

Palavra do Consórcio Viva Sul
De acordo com o Eng. Antônio Augusto Lovatto, gerente executivo do consórcio, foi feita uma terraplanagem inicial, mas não foi suficiante para que se possa colocar o safalto. Está se tentando a utilização do peso dos próprios ônibus para fazer a compactação, mas não se sabe quanto tempo ao certo pode levar. “Estamos em tratativas com a Prefeitura para buscarmos uma forma de aceleração neste processo” finalizou.

Palavra da SMOV
Na SMOV buscamos a informação com o Eng. Claudio Moreau, resposável pela seção sul as secretaria. Claúdio foi enfático ao dizer que sem que se faça uma boa base e drenagem no terreno, não há possiblidade de colocar asfalto. “A seção sul tem por finalidade a manutenção das vias públicas e o terreno é utilizado por empresa privada, só podemos fazer alguma intervenção se houver uma determinaação da Prefeitura, mesmo porque é uma obra cara e nossos recursos são limitados”, informou.

 Como já foi dito, o terreno é da Prefeitura e a utlização é do Consórcio Viva Sul e da Carris, o que dificulta um consenso de se apurar quem é de fato responsável. Embora tenhamos identificado que os envolvidos conhecem bem o problema e estão trabalhando para buscar uma solução, a comunidade precisa acompanhar de perto e continuar precionando para que  a solução venha e que a poeira e a lama não passem a ser inseridas na rotina dos moradores e comerciantes.

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