A culpa é uma emoção dolorosa. No grau mais elevado de sua intensidade, a auto condenação tortura a mente consciente durante o dia e perturba os sonhos à noite. Como a voz da consciência fala do interior da mente humana,não podemos escapar do seu martírio incessante, por causa de nossos erros, falhas e pecados. A culpa é algo tão devastador, que as clínicas e os hospitais destinados a tratamentos de distúrbios emocionais estão lotados de pacientes que se encontram arrasados e desequilibrados por causa de autoacusações e de ódio pessoal que nutrimos por nós mesmo. Todavia,será que toda culpa é prejudicial? Certamente que não! Existe a culpa falsa e a culpa verdadeira. A culpa verdadeira é aquela que sentimos por termos agido contra a vontade de Deus,seja em ação ou em pensamento. O Espírito Santo age em nosso interior e leva-nos a uma forte convicção do pecado que tenhamos cometido, fazendo-nos sentir culpados. Essa culpa nos estimula a consertar os nossos erros e pecados, diante de Deus e dos homens. Nesse aspecto, a culpa é formidável,porque confronta e combate o orgulho, que é a raiz que nos conduz para a prática do mal. A culpa foi criada por Deus, para que lutemos contra o pecado em nós e libertemo-nos do pecado. Já a culpa falsa é sentida quando nós mesmos, outras pessoas ou os espíritos malignos acusam-nos de havermos pecado ou errado, porém o Espírito Santo não nos está convencendo disso. Para ser livre da culpa falsa é necessário colocarmos em prática a humildade e a submissão perante Deus. Esses não são atributos naturais e humanos, pois são qualidades que são produzidas por Deus. Em Mateus 11:29 e em 1João 1:9, está escrito: “… aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar…”. Então, se você confessa os pecados e erros, imediatamente, recebe o perdão de Deus. Creia nisso, sinta-se livre! Não continue se culpando!

Texto extraído do livro “Deus fala com você – vol. 3”.

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